PN nega envolvimento de agentena morte de jovem em Achada Grande Trás
O esclarecimento surge na sequência de uma publicação da página de Facebook Onda Kriolu, que atribuía à Polícia Nacional um alegado envolvimento no caso.A PN garante que a publicação, intitulada “PJ confirma envolvimento de elemento do Corpo de Intervenção na morte de Flávio, em Achada Grande Trás”, não corresponde ao conteúdo divulgado pelas autoridades competentes.“Nem a Polícia Judiciária (PJ), nem a TV Record noticiaram o envolvimento de um agente da PN na ocorrência”, escreveu a Polícia.A corporação sublinha ainda que a informação divulgada pela PJ faz referência ao Corpo de Segurança da Polícia Judiciária, uma entidade distinta da Polícia Nacional.“Assim, a tentativa de associar o conteúdo divulgado pela Polícia Judiciária a um elemento do Corpo de Intervenção da Polícia Nacional constitui uma interpretação incorreta e suscetível de induzir a opinião pública em erro”, afirma a PN.A corporação considera que informações desta natureza, quando divulgadas sem confirmação ou com uma identificação incorreta dos factos e das instituições envolvidas, podem causar alarme social, prejudicar a imagem das instituições e, sobretudo, induzir os cidadãos em erro.
O esclarecimento surge na sequência de uma publicação da página de Facebook Onda Kriolu, que atribuía à Polícia Nacional um alegado envolvimento no caso.
A PN garante que a publicação, intitulada “PJ confirma envolvimento de elemento do Corpo de Intervenção na morte de Flávio, em Achada Grande Trás”, não corresponde ao conteúdo divulgado pelas autoridades competentes.
“Nem a Polícia Judiciária (PJ), nem a TV Record noticiaram o envolvimento de um agente da PN na ocorrência”, escreveu a Polícia.
A corporação sublinha ainda que a informação divulgada pela PJ faz referência ao Corpo de Segurança da Polícia Judiciária, uma entidade distinta da Polícia Nacional.
“Assim, a tentativa de associar o conteúdo divulgado pela Polícia Judiciária a um elemento do Corpo de Intervenção da Polícia Nacional constitui uma interpretação incorreta e suscetível de induzir a opinião pública em erro”, afirma a PN.
A corporação considera que informações desta natureza, quando divulgadas sem confirmação ou com uma identificação incorreta dos factos e das instituições envolvidas, podem causar alarme social, prejudicar a imagem das instituições e, sobretudo, induzir os cidadãos em erro.
