Edição 1287
Um total de 8.213.281.543$00 (oito mil milhões, duzentos e treze milhões, duzentos e oitenta e um mil e quinhentos e quarenta e três escudos), é o valor inscrito na proposta de lei que aprova orçamento rectificativo do novo governo. As novas prioridades e a crise provocada pelo conflito no Médio Oriente são as justificações do executivo.Também em destaque estão as perspectivas da UCID para mais um debate do Estado da Nação.A União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID) garante que não entrará no confronto político entre o anterior e o actual Governo durante o debate do Estado da Nação, que se realiza esta semana, e afirma que continuará a avaliar o executivo pelos resultados. Ao Expresso das Ilhas, o partido defende que Cabo Verde precisa de um novo ciclo de reformas estruturais para ultrapassar os problemas que persistem, apesar dos avanços registados nas últimas décadas, e promete uma oposição "responsável, exigente e orientada pelo interesse nacional".Chamada de capa igualmente para a reunião do Conselho Superior das Câmaras de Comércio e Turismo que se realizou esta segunda-feira em São Vicente.Transferência de competências, redução da burocracia, apoio às empresas nacionais e diversificação da economia marcam a agenda do novo ciclo do Conselho Superior das Câmaras.Espaço também para o inquérito do INE às empresas.Em 2024, havia 18.641 empresas activas no país, que empregavam 94.714 trabalhadores e geraram um volume de negócios de cerca de 437 milhões de contos, um aumento de 13,5% face ao ano anterior, segundo dados do Inquérito Anual às Empresas de 2024 do Instituto Nacional de Estatística (INE).Na reportagem desta semana olhamos para o turismo gastronómico em Santiago.De São Domingos a Santa Cruz, passando por São Lourenço dos Órgãos, restaurantes, vendedores ambulantes e pequenos negócios familiares recebem diariamente visitantes nacionais e estrangeiros em busca de experiências que unem sabores tradicionais, paisagens rurais e o calor humano das comunidades locais. Um movimento que impulsiona a economia local, cria empregos e revela um potencial turístico ainda longe de ser plenamente explorado.Na opinião há para ler o artigo ‘Quando o conhecimento transforma a sociedade: a experiência de Cabo Verde na construção de políticas públicas para a igualdade de género’, escrito por Marisa Carvalho e ‘Cultura: entre a alma da Nação e o valor do sector’, da autoria de Manuel Brito-Semedo
Um total de 8.213.281.543$00 (oito mil milhões, duzentos e treze milhões, duzentos e oitenta e um mil e quinhentos e quarenta e três escudos), é o valor inscrito na proposta de lei que aprova orçamento rectificativo do novo governo. As novas prioridades e a crise provocada pelo conflito no Médio Oriente são as justificações do executivo.
Também em destaque estão as perspectivas da UCID para mais um debate do Estado da Nação.
A União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID) garante que não entrará no confronto político entre o anterior e o actual Governo durante o debate do Estado da Nação, que se realiza esta semana, e afirma que continuará a avaliar o executivo pelos resultados. Ao Expresso das Ilhas, o partido defende que Cabo Verde precisa de um novo ciclo de reformas estruturais para ultrapassar os problemas que persistem, apesar dos avanços registados nas últimas décadas, e promete uma oposição "responsável, exigente e orientada pelo interesse nacional".
Chamada de capa igualmente para a reunião do Conselho Superior das Câmaras de Comércio e Turismo que se realizou esta segunda-feira em São Vicente.
Transferência de competências, redução da burocracia, apoio às empresas nacionais e diversificação da economia marcam a agenda do novo ciclo do Conselho Superior das Câmaras.
Espaço também para o inquérito do INE às empresas.
Em 2024, havia 18.641 empresas activas no país, que empregavam 94.714 trabalhadores e geraram um volume de negócios de cerca de 437 milhões de contos, um aumento de 13,5% face ao ano anterior, segundo dados do Inquérito Anual às Empresas de 2024 do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Na reportagem desta semana olhamos para o turismo gastronómico em Santiago.
De São Domingos a Santa Cruz, passando por São Lourenço dos Órgãos, restaurantes, vendedores ambulantes e pequenos negócios familiares recebem diariamente visitantes nacionais e estrangeiros em busca de experiências que unem sabores tradicionais, paisagens rurais e o calor humano das comunidades locais. Um movimento que impulsiona a economia local, cria empregos e revela um potencial turístico ainda longe de ser plenamente explorado.
Na opinião há para ler o artigo ‘Quando o conhecimento transforma a sociedade: a experiência de Cabo Verde na construção de políticas públicas para a igualdade de género’, escrito por Marisa Carvalho e ‘Cultura: entre a alma da Nação e o valor do sector’, da autoria de Manuel Brito-Semedo
