11.ª Edição da URDI apresentada a 14 de Setembro
Segundo uma nota enviada, a 11.ª edição da URDI – Feira do Artesanato e Design de Cabo Verde realiza-se num momento particularmente simbólico, ao assinalar os 50 anos da fundação da Cooperativa Resistência (1976), embrião do Centro Nacional de Arte, Artesanato e Design - CNAD.A mesma fonte revela que esta efeméride presta homenagem ao legado de uma instituição pioneira na valorização do Artesanato, das Artes e do Design, cujo percurso foi determinante para a afirmação da identidade cultural cabo-verdiana.“Nesta edição, a memória, a criação e a resistência assumem-se como eixos centrais de reflexão, evocando cinquenta anos de um pensamento colectivo que fez da criação artística e artesanal uma forma de afirmação cultural, preservação da memória e construção da identidade nacional”, sublinha.Simultaneamente, a URDI convida à reflexão sobre os desafios actuais do sector cultural e sobre o papel das instituições públicas, da sociedade civil e dos agentes culturais na salvaguarda, valorização e transmissão do património material e imaterial de Cabo Verde.Conforme a mesma fonte, mais do que uma feira, a URDI afirma-se como uma plataforma de criação, intercâmbio, experimentação e valorização do artesanato e do design nacionais, reforçando a sua vocação enquanto espaço de encontro entre artesãos, artistas, designers, investigadores e instituições.“Ao longo das suas edições, a URDI tem promovido novas dinâmicas de colaboração, contribuindo para o fortalecimento das indústrias criativas e para a projecção de Cabo Verde no espaço atlântico”, indica.
Segundo uma nota enviada, a 11.ª edição da URDI – Feira do Artesanato e Design de Cabo Verde realiza-se num momento particularmente simbólico, ao assinalar os 50 anos da fundação da Cooperativa Resistência (1976), embrião do Centro Nacional de Arte, Artesanato e Design - CNAD.
A mesma fonte revela que esta efeméride presta homenagem ao legado de uma instituição pioneira na valorização do Artesanato, das Artes e do Design, cujo percurso foi determinante para a afirmação da identidade cultural cabo-verdiana.
“Nesta edição, a memória, a criação e a resistência assumem-se como eixos centrais de reflexão, evocando cinquenta anos de um pensamento colectivo que fez da criação artística e artesanal uma forma de afirmação cultural, preservação da memória e construção da identidade nacional”, sublinha.
Simultaneamente, a URDI convida à reflexão sobre os desafios actuais do sector cultural e sobre o papel das instituições públicas, da sociedade civil e dos agentes culturais na salvaguarda, valorização e transmissão do património material e imaterial de Cabo Verde.
Conforme a mesma fonte, mais do que uma feira, a URDI afirma-se como uma plataforma de criação, intercâmbio, experimentação e valorização do artesanato e do design nacionais, reforçando a sua vocação enquanto espaço de encontro entre artesãos, artistas, designers, investigadores e instituições.
“Ao longo das suas edições, a URDI tem promovido novas dinâmicas de colaboração, contribuindo para o fortalecimento das indústrias criativas e para a projecção de Cabo Verde no espaço atlântico”, indica.