Ministério da Educação defende abordagem ampla da diversidade nas escolas
Segundo Maria Helena Andrade, os resultados da iniciativa demonstram que a aposta na capacitação dos docentes está a produzir efeitos positivos nas escolas.“Os resultados do projeto com o ALTIHAY Fuerteventura baseiam-se na formação de professores, então nós temos educadores capacitados para trabalhar a diversidade nas salas de aulas. E passamos por algumas ilhas onde houve essa ação de capacitação para os professores, de acordo também com a própria idade, a linguagem, forma de abordagem, estratégias, então acreditamos que os professores estão mais capacitados e isso é bom, nós temos que apostar sempre na capacitação dos professores para trabalhar esse tema tão complexo e tão sensível como a diversidade”, afirma. A responsável esclarece que o Ministério da Educação trabalha a diversidade de forma abrangente, privilegiando a promoção de valores de respeito e inclusão entre todos os alunos.“Nós trabalhamos a diversidade de uma forma geral, porque Nós precisamos olhar para todos os alunos, para incutir nos alunos o respeito pela diversidade, a tolerância, a empatia, enfim, colocar-se num lugar do outro, mostrar que somos iguais, mas temos as nossas diferenças, temos as nossas vontades, os nossos gostos e é o nosso direito, então eu tenho o direito de ser quem eu sou. A escola sendo o lugar onde encontramos o maior número de crianças, de jovens, de adolescentes, nós temos que trabalhar esse tema, para que não seja tabu, porque nós temos que acompanhar a evolução da sociedade”, esclarece. Maria Helena Andrade assegura ainda que as escolas mantêm uma política de tolerância zero ao bullying e que contam com equipas de apoio para acompanhar eventuais situações de discriminação.Por sua vez, a secretária de Organização da ONGD ALTIHAY Fuerteventura, Desireé Chacón Ríos explica que a iniciativa, iniciada em novembro do ano passado, já permitiu formar educadores em cinco ilhas de Cabo Verde e terá continuidade.“Esta é a última atividade de um grande projeto que começou em novembro do ano passado e que vai continuar até outubro deste ano. É a finalização de um grande projeto em que nós, enquanto parceiros, tivemos a melhor colaboração que poderíamos encontrar para desenvolver um projeto de educação com o Ministério da Educação. Temos realizado formações, desde o ano passado, em cinco ilhas de Cabo Verde. Temos formado educadores, porque é muito importante. São os educadores que têm de estar preparados para dar resposta a uma realidade que já existe nas escolas, uma realidade presente nas escolas de todo o mundo. Abrangemos as ilhas de Santo Antão, Sal, São Vicente, Santiago e Maio”, explica. A primeira fase do projeto abrangeu as ilhas de Santo Antão, São Vicente, Sal, Santiago e Maio. Numa segunda etapa, a iniciativa deverá ser alargada às restantes ilhas, com novas ações de formação e sensibilização dirigidas às comunidades educativas para o reforco na prevenção da discriminação e a promoção de uma cultura de respeito pela diversidade nas escolas cabo-verdianas.
Segundo Maria Helena Andrade, os resultados da iniciativa demonstram que a aposta na capacitação dos docentes está a produzir efeitos positivos nas escolas.
“Os resultados do projeto com o ALTIHAY Fuerteventura baseiam-se na formação de professores, então nós temos educadores capacitados para trabalhar a diversidade nas salas de aulas. E passamos por algumas ilhas onde houve essa ação de capacitação para os professores, de acordo também com a própria idade, a linguagem, forma de abordagem, estratégias, então acreditamos que os professores estão mais capacitados e isso é bom, nós temos que apostar sempre na capacitação dos professores para trabalhar esse tema tão complexo e tão sensível como a diversidade”, afirma.
A responsável esclarece que o Ministério da Educação trabalha a diversidade de forma abrangente, privilegiando a promoção de valores de respeito e inclusão entre todos os alunos.
“Nós trabalhamos a diversidade de uma forma geral, porque Nós precisamos olhar para todos os alunos, para incutir nos alunos o respeito pela diversidade, a tolerância, a empatia, enfim, colocar-se num lugar do outro, mostrar que somos iguais, mas temos as nossas diferenças, temos as nossas vontades, os nossos gostos e é o nosso direito, então eu tenho o direito de ser quem eu sou. A escola sendo o lugar onde encontramos o maior número de crianças, de jovens, de adolescentes, nós temos que trabalhar esse tema, para que não seja tabu, porque nós temos que acompanhar a evolução da sociedade”, esclarece.
Maria Helena Andrade assegura ainda que as escolas mantêm uma política de tolerância zero ao bullying e que contam com equipas de apoio para acompanhar eventuais situações de discriminação.
Por sua vez, a secretária de Organização da ONGD ALTIHAY Fuerteventura, Desireé Chacón Ríos explica que a iniciativa, iniciada em novembro do ano passado, já permitiu formar educadores em cinco ilhas de Cabo Verde e terá continuidade.
“Esta é a última atividade de um grande projeto que começou em novembro do ano passado e que vai continuar até outubro deste ano. É a finalização de um grande projeto em que nós, enquanto parceiros, tivemos a melhor colaboração que poderíamos encontrar para desenvolver um projeto de educação com o Ministério da Educação. Temos realizado formações, desde o ano passado, em cinco ilhas de Cabo Verde. Temos formado educadores, porque é muito importante. São os educadores que têm de estar preparados para dar resposta a uma realidade que já existe nas escolas, uma realidade presente nas escolas de todo o mundo. Abrangemos as ilhas de Santo Antão, Sal, São Vicente, Santiago e Maio”, explica.
A primeira fase do projeto abrangeu as ilhas de Santo Antão, São Vicente, Sal, Santiago e Maio.
Numa segunda etapa, a iniciativa deverá ser alargada às restantes ilhas, com novas ações de formação e sensibilização dirigidas às comunidades educativas para o reforco na prevenção da discriminação e a promoção de uma cultura de respeito pela diversidade nas escolas cabo-verdianas.
