Itália recupera quadros roubados de Renoir, Cézanne e Matisse

As pinturas foram descobertas durante buscas ordenadas no âmbito de um processo de investigação em curso, sem terem sido avançados mais pormenores sobre o caso, noticiou a agência Associated Press."Les Poissons" ("Os Peixes"), de Auguste Renoir, "Natura morta con ciliegie" ("Natureza morta com cerejas"), de Paul Cézanne, e "Odalisque sur la terrasse" ("Odalisca na Varanda"), de Henri Matisse, são os três quadros recuperados.As autoridades adiantaram que a obra de Cézanne foi avaliada em seis milhões de euros, a de Renoir, em três milhões, e a de Matisse, em 20 mil euros.O roubo na Fundação Magnani Rocca, situada a cerca de 20 quilómetros de Parma, ocorreu na noite de 22 para 23 de março, por arrombamento.Meios de comunicação local noticiaram na altura que o roubo das três telas, feito em menos de três minutos, foi interrompido pelo alarme. Os assaltantes conseguiram escapar pelos jardins do museu.A Fundação Magnani Rocca acredita que um grupo estruturado e organizado é o responsável pelo roubo.Fundada em 1977, a fundação alberga a coleção do historiador de arte Luigi Magnani e inclui obras de artistas como Albrecht Dürer, Peter Paul Rubens, Anthony Van Dyck, Francisco de Goya e Claude Monet.Este assalto realizou-se pouco depois de outros a museus europeus, como o de outubro do ano passado ao Louvre, em Paris, em pleno dia, que resultou no roubo das joias da coroa francesa e de outros artigos avaliados em cerca 88 milhões de euros.Pouco depois do assalto à fundação, em abril, um vídeo falso, difundido por redes de desinformação, alegava que o quadro "Natureza morta com cerejas", de Cézanne, se encontrava no escritório do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. A montagem digital foi desmentida por 'fact checkers' em todo o mundo, incluindo o jornal Observador e a televisão SIC, em Portugal.Foto: depositphotos

Itália recupera quadros roubados de Renoir, Cézanne e Matisse

As pinturas foram descobertas durante buscas ordenadas no âmbito de um processo de investigação em curso, sem terem sido avançados mais pormenores sobre o caso, noticiou a agência Associated Press.

"Les Poissons" ("Os Peixes"), de Auguste Renoir, "Natura morta con ciliegie" ("Natureza morta com cerejas"), de Paul Cézanne, e "Odalisque sur la terrasse" ("Odalisca na Varanda"), de Henri Matisse, são os três quadros recuperados.

As autoridades adiantaram que a obra de Cézanne foi avaliada em seis milhões de euros, a de Renoir, em três milhões, e a de Matisse, em 20 mil euros.

O roubo na Fundação Magnani Rocca, situada a cerca de 20 quilómetros de Parma, ocorreu na noite de 22 para 23 de março, por arrombamento.

Meios de comunicação local noticiaram na altura que o roubo das três telas, feito em menos de três minutos, foi interrompido pelo alarme. Os assaltantes conseguiram escapar pelos jardins do museu.

A Fundação Magnani Rocca acredita que um grupo estruturado e organizado é o responsável pelo roubo.

Fundada em 1977, a fundação alberga a coleção do historiador de arte Luigi Magnani e inclui obras de artistas como Albrecht Dürer, Peter Paul Rubens, Anthony Van Dyck, Francisco de Goya e Claude Monet.

Este assalto realizou-se pouco depois de outros a museus europeus, como o de outubro do ano passado ao Louvre, em Paris, em pleno dia, que resultou no roubo das joias da coroa francesa e de outros artigos avaliados em cerca 88 milhões de euros.

Pouco depois do assalto à fundação, em abril, um vídeo falso, difundido por redes de desinformação, alegava que o quadro "Natureza morta com cerejas", de Cézanne, se encontrava no escritório do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. A montagem digital foi desmentida por 'fact checkers' em todo o mundo, incluindo o jornal Observador e a televisão SIC, em Portugal.

Foto: depositphotos