Governo pede confiança para um "novo ciclo" em Cabo Verde
No documento, o executivo afirma assumir "com humildade, responsabilidade e determinação" o mandato conferido pelos cabo-verdianos nas eleições legislativas de 17 de Maio de 2026, considerando tratar-se de um "mandato de esperança e de mudança" que impõe a abertura de "um novo ciclo de desenvolvimento nacional", assente na justiça social, modernização do Estado, inclusão e prosperidade.A moção sustenta que o Programa do Governo representa um projecto de transformação estrutural para o país, defendendo que, perante os desafios das mudanças tecnológicas, das alterações climáticas e da competitividade internacional, Cabo Verde deve assumir "com coragem, visão estratégica e determinação colectiva" o controlo do seu destino. Entre as principais prioridades apresentadas pelo executivo constam uma reforma profunda do Estado, com maior eficiência, descentralização, transparência e combate à corrupção; uma justiça mais célere e acessível; o reforço da segurança pública e da defesa nacional; uma política externa centrada na valorização da diáspora e da diplomacia económica; a garantia da independência da comunicação social; políticas para a juventude, igualdade de género e combate à violência baseada no género; sustentabilidade ambiental e transição energética; uma nova agenda económica focada no crescimento inclusivo; reforço da habitação, educação, ciência, formação profissional, transformação digital e protecção social. O documento destaca ainda a saúde como uma prioridade estratégica da legislatura, propondo um Sistema Nacional de Saúde "universal, gratuito, moderno, humanizado e sustentável", capaz de assegurar cuidados de qualidade a todos os cabo-verdianos, independentemente da sua condição económica ou da ilha onde vivem. Na parte final da moção, o Governo afirma que o programa constitui um "contrato de confiança renovada" com o povo cabo-verdiano e reconhece desafios como a vulnerabilidade climática, a dependência externa, o desemprego jovem, a pressão sobre os recursos naturais e as desigualdades territoriais. Ainda assim, manifesta confiança na capacidade de superação do país e solicita aos deputados a aprovação da moção de confiança, considerando que esse apoio permitirá concretizar o compromisso de construir "um Cabo Verde para todos".
No documento, o executivo afirma assumir "com humildade, responsabilidade e determinação" o mandato conferido pelos cabo-verdianos nas eleições legislativas de 17 de Maio de 2026, considerando tratar-se de um "mandato de esperança e de mudança" que impõe a abertura de "um novo ciclo de desenvolvimento nacional", assente na justiça social, modernização do Estado, inclusão e prosperidade.
A moção sustenta que o Programa do Governo representa um projecto de transformação estrutural para o país, defendendo que, perante os desafios das mudanças tecnológicas, das alterações climáticas e da competitividade internacional, Cabo Verde deve assumir "com coragem, visão estratégica e determinação colectiva" o controlo do seu destino.
Entre as principais prioridades apresentadas pelo executivo constam uma reforma profunda do Estado, com maior eficiência, descentralização, transparência e combate à corrupção; uma justiça mais célere e acessível; o reforço da segurança pública e da defesa nacional; uma política externa centrada na valorização da diáspora e da diplomacia económica; a garantia da independência da comunicação social; políticas para a juventude, igualdade de género e combate à violência baseada no género; sustentabilidade ambiental e transição energética; uma nova agenda económica focada no crescimento inclusivo; reforço da habitação, educação, ciência, formação profissional, transformação digital e protecção social.
O documento destaca ainda a saúde como uma prioridade estratégica da legislatura, propondo um Sistema Nacional de Saúde "universal, gratuito, moderno, humanizado e sustentável", capaz de assegurar cuidados de qualidade a todos os cabo-verdianos, independentemente da sua condição económica ou da ilha onde vivem.
Na parte final da moção, o Governo afirma que o programa constitui um "contrato de confiança renovada" com o povo cabo-verdiano e reconhece desafios como a vulnerabilidade climática, a dependência externa, o desemprego jovem, a pressão sobre os recursos naturais e as desigualdades territoriais. Ainda assim, manifesta confiança na capacidade de superação do país e solicita aos deputados a aprovação da moção de confiança, considerando que esse apoio permitirá concretizar o compromisso de construir "um Cabo Verde para todos".




